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SINDIMETAL acompanha caso dos cinco Metalúrgicos acidentados na Braskem
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- Criado em Quinta, 30 Junho 2011 20:23
Devido às circunstâncias, o SINDIMETAL recomendou, à empresa petroquímica, que o retorno às atividades só ocorresse depois de afastados os riscos à segurança dos trabalhadores. Numa decisão sensata, a Braskem paralisou a produção e só quando concluiu os serviços de consertos e reparação dos equipamentos foi que voltou a produzir.
Apesar da assistência que os acidentados têm recebido, da empresa, o SINDIMETAL continua prestando a eles a sua solidariedade. “Estamos à disposição para, também, prestarmos a assistência que for possível aos nossos companheiros da Mills”, reforçou o presidente do SINDIMETAL, Jobson Torres.
Em relato ao Ministério Público do Trabalho, numa audiência realizada no início do mês, Júlio Inácio Holanda e Edvaldo Monte de Almeida Filho, técnicos da Braskem, informaram que, no momento do acidente, não existiam sensores para detectar o excesso de pressão e de temperatura que causaram o rompimento da tubulação. Pois o aumento da pressão e da temperatura teria acontecido devido a um inesperado aumento de tricloramina no sistema.
Entretanto, os técnicos da empresa petroquímica, garantiram ao MPT, que a partir da liberação da unidade, acidentes dessa natureza não poderiam mais acontecer, alegando que, no retorno às atividades produtivas, os sensores de pressão e temperatura estariam instalados, evitando esse tipo de ocorrência.


